Por: Octávio Degani (Brasil)
O Senado tem sido alvo de muitas denúncias logo após a posse de José Sarney. O primeiro a cair foi o então diretor-geral Agaciel Maia, que deixou o cargo por que ocultou em sua declaração de bens, uma mansão avaliada em cinco milhões de reais.
Na seqüência, a revelação de que a Casa pagou horas extras aos funcionários no mês de janeiro, apesar de não ter realizado sessões. O pagamento foi considerado legal, mas, alguns senadores determinaram à devolução do dinheiro, que será feita em dez vezes.
Outra situação derrubou o diretor de Recursos Humanos da Casa, João Carlos Zoghbi. Ele repassou aos filhos um apartamento funcional que recebeu para sua própria moradia.
Na semana passada, uma auditoria revelou a existência de 181 diretores na Casa e apontou que, metade das diretorias não eram necessárias. Desde então, o número já foi reduzido em cinqüenta. Com o corte, a economia foi estimada em R$ 400 mil / mês. Segundo o primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), que determinou o corte imediato dos 50 diretores, esse aumento aconteceu ao longo dos últimos 12 anos.
Em discurso nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) em São Paulo, nesta segunda-feira (23), José Sarney (PMDB-AP), afirmou que a crise que a Casa atravessa se refere a uma estrutura burocrática do órgão e não à sua gestão. Sarney disse ainda, que o Senado fará uma pequena reforma antes da conclusão do estudo da FGV e prometeu corrigir os problemas.
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terça-feira, 7 de abril de 2009
Das 181 diretorias no Senado, 50 delas já foram cortadas

Por: Camilla Fernandes (Brasil)
Mal começou o ano de 2009, e o Senado brasileiro emenda escândalos em mais escândalos, as crises estão sempre repecurtindo tantos desdobramentos, que se você piscar o olho e não prestar atenção pode perde algum fato importante. Desde que José Sarney (PMDB-AP) assumiu a presidência do Senado no dia dois de fevereiro, o Senado viu-se no meio dos holofotes devido a má postura ética dos seus membros do que pelos projetos aprovados na câmara.
Foi feita uma auditoria onde se revelou que existiam 181 cargos, na área administrativa, nomeadas como: "garagem", "check in" e "autógrafos em atas", sendo que metade destas diretorias podiam ser facilmente cortadas, não tinham necessidade de existirem. A partir daí, o número de diretores foi reduzido para 50. Com este corte, o Senado economiza R$ 400 mil por mês em despesas.
O responsável pela diminuição de 50 diretores na Casa foi o primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI) , no qual afirma que o crescimento do número de diretoria começou nos últimos doze anos.
Sobre as crises no Senado Sarney declarou "Os problemas caíram no meu colo (...), tive que demitir diretores, afastei bancos agiotas, reduzi em 10% os gastos, chamei a Fundação Getúlio Vargas para fazer uma reforma administrativa que reduzirá custos e aumentará a eficiência". E também chega a dizer que esta onda de denuncias contra a Mesa Diretora está ligada a "transparência" que transmite o estabelecimento. "Aqui é mais fácil de verificar porque é uma casa transparente e uma casa menor. São só 81 senadores, então a vigilância é mais efetiva".
Os alvos de denuncismo desde a posse do peemedebista começaram deste a queda do então diretor-geral Agaciel Maia. Ele teve que deixar o posto após a denúncia de que teria ocultado de sua declaração de bens uma mansão de R$ 5 milhões em Brasília.
Depois veio a revelação de que a casa teria pagado horas extras aos servidores no mês de janeiro, época onde não foram realizadas sessões. O pagamento foi considerado legal, mas alguns senadores determinaram a devolução do dinheiro, que será feita em dez vezes.
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Fórum:
Com a entrada dos concursados na Diretoria, e com a retirada de 50 cargos virtuais na Mesa Diretora a crise no Senado acabar?
( )Sim. Porque irá trabalhar aquele servidor que está qualificado para desempenhar um cargo administrativo no Senado.
( )Não. Irá continuar a mesma coisa. Será aceito os concursados, porém continuará existindo cargos virtuais.
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