quarta-feira, 27 de maio de 2009

Justiça suspende sitema de cotas nas universidades Fluminenses

Por Marina Araújo (opinião)
Na última segunda-feira (25/06), o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decidiu suspender a lei que prevê o sistema de cotas para o ingresso de estudantes carentes nas universidades do Estado (UERJ, UEZO e UENF), concedendo uma liminar ao deputado Flávio Nantes Bolsonaro (PP) que classificou a lei como discriminatória e não atinge os seus objetivos.
Bem, aposto que para as classe que sempre pagaram cursos preparatórios que possuem uma mensalidade de no mínimo um salário mínimo para tentar ingressar numa universidade pública ou fica durante meses "parado" para estudar, é discriminação. E para quem não tem condições de pagar curso e sequer pode ser dar ao luxo de ficar estudando em vez de trabalhar para ajudar a família e não possuem nenhum curso e ensino médio de qualidade oferecidos pelo Governo para poderem ingressar na universidade sem o sistema de cotas, do que pode chamar isto? Discriminação.
Pois, além do Governo não se importar em gastar suas preciosas verbas para oferecer ensino de qualidade, prefere construir Cidade da Música, e a lei, que não mexe no dinheiro do governo ainda assim é motivo de alvoroço. Para quem entrou na universidade sem precisar de muitos esforços, a lei não ofende. Temos que retornar ao velho ditado, muitos políticos somente defendem as próprias classes sociais. Até mesmo os argumentos fracos do deputado deixam isto claro. Pior foi o Tribunal de Justiça que concordou com isso.
Anticonstitucional é não oferecer ensino de qualidade, isso que discrimina o cidadão, em pagar os impostos, não ter nenhuma condição de pagar uma boa escola e não ter o direito ao ensino, um bom ensino e muito menos de conseguir entrar numa universidade, as escolas públicas estão causando medo nos pais, será que o filho terá um bom futuro estudando lá? ou será aprovado sem fazer prova? chegam no vestibular levando susto, se perguntando "de onde saiu esta questão? nunca ouvi falar nisto!" quem nunca passou por isto numa prova? mas se procurarmos nas apostilas do grandes cursos e livros de colégios particulares, não é difícil encontrar.
Vejam, até mesmo as universidades que os jovens tanto querem ingressar estão deixando a desejar, essas mesmas, do sistema de cotas, possuem determinados cursos que são dispensáveis, que quase sobram vagas. A lei é a prova da preguiça do Estado de investir, mas como os que são favorecidos não possuem nada melhor que isto para poderem ingressa na faculdade, eles aprovam ela, vêem como uma salvação. E os poucos que se sentem discriminados vão fazer o que? Entrar para a política? Já que não precisa de diploma?


Fórum: Opine sobre a, lei, a decisão do TJ e os argumentos utilizados pelo deputado.


Enquete: Se você se encaixasse nos perfis de estudantes incluídos no sistema de cotas, o usaria?
( ) Sim
( ) Não


Saiba mais:
Uerj quer derrubar liminar que suspendeu o sistema de cotas
Governo do Rio vai entrar com recurso contra liminar
Recurso contra liminar que suspendeu cotas será julgado na próxima segunda

O polêmico fim das cotas nas Universidades do Rio de Janeiro

Por: Aline Mendes (opinião)
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro decretou
o fim das cotas nas Universidades Fluminenses,decreto que está dando muito o que falar. O Governo do Estado já entrou na justiça para assegurar o direito dos alunos privilegiados por esse sistema.
Segundo o autor do pedido, o deputado estadual do Partido Progressita Flávio Bolsonaro,as cotas são discriminatórias com todos pois ao mesmo tempo que privilegiam um setor,causa demérito para o outro.
O sistema de cotas do Rio de Janeiro funciona da seguinte forma: 20% das vagas são reservadas para alunos de escola pública,outros 20% para negros ou indígenas e 5% para pessoas com deficiência física e filhos de bombeiros, policiais ou agentes penitenciários mortos ou incapacitados em serviço, ou seja, 45% das vagas eram reservadas para os cotistas.
É injusto separar quase metade das vagas para cotas, assim como é injusto não ter representantes de todas as classes sociais e de todas as raças nas universidades. As cotas não resolvem um problema que é muito antigo no Brasil: a desigualdade social.
Na verdade, tudo isso acaba ofuscando uma discussão muito maior que é a educação no nosso país. Se a escola pública fosse de qualidade, desde o ensino básico,ninguém precisaria de cota para entrar em qualquer instituição,por mais difícil que fosse.
A cota sempre foi uma solução emergencial e temporária para resolver a grande falta de oportunidade dessa parcela da população e se ao mesmo tempo houvesse um trabalho de reestruturação do ensino público, as cotas poderiam acabar e ninguém iria perceber.
Saiba mais:
Enquete:
O sistema de cotas realmente é discriminatório, como afirma o deputado Flávio Bolsonaro?
( ) Sim. Ninguém pensa na outra parte dos estudantes que se dedicam o ano todo e perdem a vaga para um cotista.
( ) Não.Discriminatório é não ter negros, índios, portadores de deficiência e estudantes de escola pública dentro das universidades.
Fórum:
Esse sistema de cotas existente no Brasil é o ideal? Se não, como deveria ser?

Considerações sobre o jornalismo participativo

Por: Thaís Santana

Mais do que uma tendência, o jornalismo colaborativo é uma realidade. Desde o final da década de 1990 - com o boom da internet, seguido pela febre dos blogs – a prática jornalística vem sofrendo reconfigurações, principalmente no que diz respeito à interatividade com seu público. Pode-se falar numa abertura aos leitores/espectadores, no sentido de que estes, agora, deixam de apenas receber a notícia e passam a participar ativamente da construção do conteúdo noticioso dos sites.

Nesse contexto, a internet disponibiliza ferramentas como o Citizen News, do YouTube, que segundo o site Jornalistas da Web é “um canal de notícias cidadãs em forma de videoblog e cujo objetivo é destacar alguns dos melhores conteúdos noticiosos produzidos pelos usuários e publicados no site (YouTube)”.

Mais conhecidas e voltadas especificamente ao jornalismo colaborativo na internet são as páginas Eu-Repórter, do jornal O Globo On-Line, e Vc Repórter, do portal de notícias Terra. Ambas permitem o envio e possível publicação de informações específicas de lugares aos quais os grandes veículos não chegam, seja por falta de tempo, de recursos ou de equipe. Também podemos citar o Vc no RJTV - disponível na página do telejornal local da TV Globo -, no qual o usuário envia vídeos de acontecimentos que podem ser veiculados na edição televisiva.

O envio de conteúdo segue alguns critérios, mas está pautado basicamente num processo simples de cadastro e na aceitação do usuário para os termos de compromisso e cessão de direitos autorais. São solicitadas informações como nome completo, apelido (ou nome para crédito autoral), e-mail, telefones etc. O Globo On-Line vai mais longe: pede ao candidato a colaborador que especifique qual é o seu grau de instrução; talvez como um primeiro critério de filtragem do conteúdo a ser publicado. O Terra oferece, ainda, dicas de como otimizar o conteúdo multimídia a ser enviado.

São vários os assuntos tratados nas matérias publicadas nestas seções, abordando preferencialmente acontecimentos locais. Locais, aqui, se referem não apenas ao Rio de Janeiro, mas também a outros lugares do mundo, como uma matéria do O Globo On-Line enviada por um leitor direto da Indonésia. Numa avaliação superficial, o Terra parece disponibilizar matérias que abrangem todo o país. Na seção Notícias, do Vc Repórter, aparecem assuntos referentes a vários estados e cidades do Brasil.

Entretanto, vale lembrar que, apesar de estar presente nos sites, o jornalismo colaborativo não deixa de ser isto: colaborativo. Ele não rouba o espaço das matérias “tradicionais” e nem oferece risco à profissão, pois não se trata do jornalismo propriamente dito. O conteúdo enviado não é imediatamente colocado no ar, visto que passa pelo crivo de profissionais responsáveis, que selecionam o que deve ou não ser publicado. Ou pelo menos é desta forma que deveria acontecer.

domingo, 24 de maio de 2009

Novas ferramentas de produção de conteúdo: Jornalismo Colaborativo

Por: Tatiane Martins (Opinião)
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O Jornalismo Colaborativo é um novo formato de jornalismo que surgiu a partir do desenvolvimento da tecnologia e das mídias. O público que consome, hoje em dia, informação está cada vez mais exigente, e sente a necessidade de participar do processo de elaboração das notícias. Devido a isso, os veículos de comunicação têm tentado criar ferramentas que sejam multimídia e que possam permitir que o leitor interaja diretamente com a notícia.
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A partir daí surgiu o jornalismo colaborativo, que consiste em matérias feitas e enviadas por leitores, que recebem o crédito por isso. Normalmente são sobre assuntos próximos aos mesmos, o que possibilita a interação leitor/leitor, em que um leitor transmite diretamente a informação a outros. Este processo é facilitado pela internet, que permite uma rápida e fácil forma de contato entre mídia e usuário.
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O jornalismo colaborativo não deve ser confundido com os conteúdos colaborativos muito presentes nos meios de comunicação atuais. Eles compreendem vídeos, áudio, fotos, materiais em geral enviados por leitores ou espectadores e que promovem a participação dos mesmos, sem nenhum caráter efetivamente informativo. Um exemplo popular de site de conteúdo colaborativo é o You Tube, em que os usuários enviam qualquer tipo de vídeo para ser exibido na internet.
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Apesar de ser uma ferramenta que atrai a grande participação de leitores, o jornalismo colaborativo possui suas armadilhas. Nenhum meio de comunicação deve divulgar uma informação enviada por um leitor sem antes confirmar, sobe pena de publicar uma notícia falsa, o que pode causar problemas para o veículo e prejudicar sua credibilidade.
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Um ponto importante de se ressaltar é que o jornalismo colaborativo não pode ser comparado ao jornalismo clássico. Eles têm estilos de texto diferente, visto que os leitores não têm conhecimento para escrever textos jornalísticos, e enviam o material de acordo com o seu conhecimento, tendo normalmente um caráter de denúncia.
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Alguns exemplos de sites que possuem ferramentas de jornalismo colaborativo são: Minha Notícia (IG), VCnoG1 (G1), Leitor Repórter (Jornal do Brasil), Eu-Repórter (Extra), Vc Repórter (Terra), Eu-Repórter (O Globo), entre outros.
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Os dois últimos sites citados são os mais populares dentre os que trabalham com jornalismo colaborativo, porém podemos notar algumas diferenças. O Vc Repórter, do Terra, agrega matérias de interesse público voltada para o país inteiro, por isso normalmente são publicados assunto relevantes para moradores de qualquer localidade do país. No entanto, é muito fácil o processo de envio de material, sendo necessário somente preencher alguns dados pessoais, e conteúdos como foto, áudio e vídeo já podem ser mandados juntamente com os textos. Algumas características interessantes desse site são a possibilidade de se enviar matérias através do celular, e uma sessão com dicas de como produzir um material com qualidade próxima a jornalística.
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Já o Eu-Repórter, do site do jornal O Globo, por ser um veículo carioca, publica notícias do Rio de Janeiro, e tem um caráter, além de informar mais rapidamente acontecimentos recentes sem a necessidade de se mandar equipe ao local, serve como uma prestação de serviços, onde as pessoas podem denunciar problemas de infra-estruturais da cidade, por exemplo. O processo para se enviar conteúdo também é muito fácil, é necessário somente fazer um cadastro, que dará também outros direitos ao usuário, como acessar determinadas áreas do site. Dependendo da relevância e interesse da notícia, ela pode ser publicada no mesmo dia do envio. Por caráter experimental, eu enviei uma matéria no dia 20 de maio, que foi publicada horas depois e comentada por muitos internautas, o que prova a facilidade e a interatividade da ferramenta.
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Assim, podemos concluir que o jornalismo colaborativo é um estilo que funciona bem para as necessidades dos consumidores de informação atuais, e que para atrair cada vez mais leitores e espectadores os veículos devem investir em modernizar essas páginas que são um grande atrativo para o público e garantem grande audiência e fidelidade.
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

A Era da Informação

Por: Joyce Felipe (Opinião)

A era digital trouxe mais velocidade às informações que chegam até nós. Elas vem em maior quantidade (mesmo sem qualidade ou sendo informações vagas, primárias e imprecisas sobre o assunto). E nem sempre a quantidade de informações transmitida atualmente pelos veículos de comunicação é absorvida por nós. É o que Lasswell – aquele estudado em Teoria da Comunicação – chama de Disfunção Narcotizante, que fala sobre a quantidade de informação que nós é passada acaba nos levando ao alheamento. A informação chega até nós com mais velocidade, mas nossas capacidades cerebrais continuam as mesmas.

Os meios mudam cada vez mais rápido. A mídia mais recente é – ou talvez seja – a internet móvel, que acessamos através de celulares. Porém, não deixaremos de usar o computador; assim como continuaremos a assistir TV, ouvir rádio e ler jornais e revistas (a não ser que haja algum tipo de inovação que torne um desses muito obsoletos como aconteceu com o beeper).

Acompanhar essas mudanças deve ser um tanto complicado para os mais velhos. Os mais jovens (me refiro a crianças e adolescentes) tiram de letra. O pessoal de vinte e poucos anos, e alguns trintões, podem se considerar um pouco privilegiados por terem vivenciado um pouco da era analógica e o início da digital. Jogaram Atari pelo menos uma vez na vida, ganharam de Natal ou aniversário um Super Nintendo ou Mega Drive e hoje vão com toda segurança para a lan house jogar on-line.

Toda hora surge, na internet, uma novidade: orkut, Facebook, Second Life, Skype, Twitter. Acompanhar esse mar de novidades não é tarefa fácil. Ainda mais para os jornalistas e comunicólogos em geral. Isso porque, mais do que acompanhar, às vezes tem que estar na frente, na vanguarda dessas novidades.

Os meios de comunicação mais tradicionais são mais cautelosos com os novos meios. Seja o medo da diminuição das vendas dos jornais e da audiência, seja por acharem que Internet e sites de relacionamento não passassem de simples modismos, as grandes empresas de comunicação custaram a aderir as novas formas de relacionamento propiciado pela Internet. Acredito que o Twitter, com suas limitações de caracteres por postagens (e popularizado ainda mais as mensagens curtas e instantâneas), tenha conseguido quebrar esse preconceito.

O que falta, talvez, a esses conglomerados, é investir mais em idéias originais de relacionamento para manter – e atrair – leitores.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Sobre o futuro do jornalismo digital

Por: Thaís Santana (Opinião)

Coicidentemente, quando pensava em algo para escrever sobre este assunto, li uma matéria da Revista O Globo de abril deste ano que falava sobre o tempo; ou melhor, a falta dele. Durante uma aula, não lembro bem de que, alguém já disse que a revolução tecnológica nos permite fazer muito mais coisas em menos tempo. Nesta matéria, o matemático e pesquisador Marcos Cavalcanti fala que ela permitiu uma "circulação de conhecimento explícito" - a informação pura e simples: "De uma hora para outra, todo mundo passou a ter a possibilidade de se tornar um ser humano bem informado". Em contrapartida, afirma Cavalcanti, houve a redução de pessoas capazes de produzir "conhecimento tácito", isto é, de refletir.

Neste trecho, ele deixa claro o que quer dizer com tudo isso: "Não adianta só ter informação. Um computador manipula melhor do que qualquer ser humano o conhecimento explícito. [...] Aí entra a questão do tempo. Em vez de correr para não perder nada, o ideal nesse momento é consumir pouca informação e parar para pensar".

Este é o papel do jornalismo, não apenas no futuro, mas principalmente no presente: produzir uma informação de qualidade, capaz de promover reflexões, de fazer pensar, analisar. Na verdade, penso que a euforia do início cada vez mais dá lugar à exigência de adequação do conteúdo, priorizando a integridade e as bases do jornalismo bem feito, tendo em vista tantos maus exemplos existentes.

Não concordo com visões apocalípticas (com a licença do termo, cunhado por Umberto Eco para definir aqueles que se opunham à cultura de massa, considerando-a uma anticultura). Acredito que à esta altura da vida acadêmica já é possível entender que não há apenas o lado bom e o lado mau. Por isso, não creio que o desenvolvimento do jornalismo digital vá simplesmente extinguir outras formas de consumir informação.

O fato é que nós, leitores, espectadores, ouvintes, mais recentemente participantes, e profissionais devemos, sim, nos adaptar. Assim como quando Gutenberg criou a prensa tipográfica as pessoas tiveram que aprender a ler, também nós da era digital precisamos aprender a ler as tantas possibilidades que a internet proporciona.

Novo Jornalismo

Por: Camilla Fernandes (opinião)

Com o surgimento das novas tecnologias, como, por exemplo, a Internet, o mundo passou da era analógica para a digital. As barreiras entre espaço e tempo reduziram consideravelmente entre as pessoas, o que permitiu um maior entrosamento entre os indivíduos e o aumento na circulação de informações neste espaço virtual.

O jornalismo então teve que se adaptar a este novo ambiente. Pois não poderia utilizar a mesma postura adotada com os periódicos e programas televisivos. Visto que a internet é um campo vasto onde permite aos seus usuários uma liberdade de expressão através de canais como: blogs, sites individuais, sites de relacionamento no qual o internauta produz e reproduz conhecimento, informações, notícias e opiniões sobre assuntos tanto nacionais quanto internacionais.

Então o jornalismo na era digital criou novas ferramentas que permitissem o seu ingresso neste novo local tão abrangente. Ele começou a abrir espaço para a opinião pública, mostrando que o conhecimento e as idéias/sugestões dos internautas eram bem-vindos. O relacionamento entre estes dois pólos fez com que surgisse um novo jornalismo: cooperativo, interativo – não existindo mais o sujeito passivo – participativo e dinâmico.

O jornalismo também teve que ajustar o seu telejornalismo, o jornal, porque a internet englobou todas as mídias tradicionais: TV, jornal, rádio. O que permitiu ao usuário acesso a todos os produtos midiáticos num só local. No caso do telejornalismo, foi mandado para a internet tanto a grade das matérias como os vídeos delas, o mesmo aconteceu com a programação do rádio.

A era digital trouxe maior agilidade para a prática jornalística, fez com que as notícias cheguem a um maior número de pessoas nunca antes imaginado. Permitiu também uma cooperação entre usuários e jornalistas tanto na produção quanto vinculação de notícias. Até agora não se sabe até onde irão os domínios da Internet, mas pode ter certeza de que o jornalismo será capaz de acompanhar todas as mudanças neste mundo virtual.